O primeiro cão de tribunal da Austrália consola testemunhas e vítimas

mão de bebê acariciando pelo preto

A Austrália expandiu sua contagem de funcionários no tribunal em um. Esta nova adição é Coop, um Labrador preto que tem uma especialização: ajudar emocionalmente vítimas e testemunhas no banco das testemunhas.

Sua treinadora é Tessa Stow, que treina cães de serviço. Stow teve sua própria experiência negativa no tribunal, que plantou a semente do projeto em sua mente.

“Não muito depois disso, tornei-me enfermeira veterinária e realmente vi o impacto e o poder que os animais tinham sobre seus donos”, disse Stow. “Então, juntei os dois e achei que seria absolutamente fantástico poder treinar um cachorro para ajudar em um processo judicial.”

A partir daqui, ela se encarregou de treinar Coop para se tornar o cão do tribunal que é agora. Ela assistiu aos programas anteriores nos Estados Unidos e Canadá, nos quais os cães já estavam nos tribunais para oferecer ajuda emocional às testemunhas.

O trabalho de Coop como cão de tribunal começou em 2017 no Office of Public Prosecutions. Desde então, ela já ofereceu ajuda emocional a 140 vítimas e testemunhas. Os cães de conforto de tribunais são particularmente úteis para vítimas de agressão sexual. Uma das vítimas que Coop ajudou, Leah Stephens, descreveu a experiência como uma grande ajuda.

“Ela era como minha mãe e minha avó juntas, e os sentimentos que ela me transmitiu foram simplesmente avassaladores”, disse Stephens.

Uma nova tendência com cães de tribunal dos EUA

Treinar cães de quadra pode ser muito trabalhoso, mas os resultados do trabalho braçal nos EUA provam que vale muito a pena e é bem-sucedido. Atualmente, seis estados já legislaram o direito de as testemunhas terem um cachorro com elas no depoimento. Além disso, 37 outros estados permitem cães nos tribunais.

Os cães do tribunal são ótimos para reduzir o medo nas vítimas e fazer com que se sintam mais confortáveis ​​no depoimento. Ter um cachorro na sala de tribunal dá uma sensação reconfortante de que o cachorro não deixará a testemunha para trás. A maioria das vítimas que passou por esse tipo de terapia consegue sentir menos ansiedade e desconforto. Isso é especialmente importante para aqueles que precisam enfrentar seus agressores ou reviver memórias traumáticas enquanto prestam testemunho.

Resistência de alguns réus e juízes

Nem todos concordam que cães devem ser permitidos no estande. Alguns advogados de defesa, como Christopher Decker, argumentam que a presença de um cão no tribunal aumenta a credibilidade da testemunha e coloca o réu em uma posição estranha.

“Acho que distrai os jurados de seu trabalho”, disse Decker. Quanto ao efeito sobre as vítimas, porém, os resultados são unânimes. Eles oferecem conforto e diminuem a vulnerabilidade, o que ajuda as vítimas em seus momentos difíceis.

O que você acha dos cães de tribunal? Eles ajudam ou pioram a situação no tribunal? Deixe-nos saber sua opinião!

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