Deixado para morrer, mas com vontade de viver

O telefonema veio para o abrigo de animais Espanola, no Novo México, um pouco depois das 16h. Em um sábado. Uma mulher estava dirigindo para casa e viu um cachorro na lateral da entrada de seu estacionamento para trailers. Ele estava enrolado em um cobertor e 'pode ​​estar morto'. Os funcionários do abrigo pediram à mulher que chamasse o controle de animais para verificar a situação, já que este é o departamento daquela área que está autorizado a recolher animais abandonados - vivos ou mortos. Trinta minutos se passaram e enquanto os outros funcionários voltaram para casa mais cedo para evitar uma tempestade de neve iminente, dois deles ficaram para trás para esperar a chegada do oficial de controle de animais com o cão, no caso de o animal precisar de atenção médica. O oficial não chegou.

Os dois funcionários concordaram em uma coisa - nenhum deles seria capaz de dormir naquela noite apenas se perguntando se o cachorro estava vivo e precisando de ajuda, então eles foram para a área de que o interlocutor falou e encontraram uma cena comovente.

Um grande, branco de meia-idade Husky - misturar cachorro estava lá, à vista de todos, envolto em um cobertor infantil do Winnie-the-Pooh. A um metro de distância, havia uma panela com água, um saco de Doritos, uma pequena tigela de comida de cachorro e pão. O cachorro estava imóvel. Parecia improvável que ele estivesse vivo no clima de 33 graus, mas quando eles se aproximaram, ele bateu com a orelha. Eles correram para pegar cobertores e fizeram uma maca improvisada para colocá-lo no carro.



Depois de cinco minutos de carro até o abrigo, a equipe deu ao cão o básico sobre calor, medicamentos, palavras gentis e carinho. O cachorro ergueu a cabeça. Ele tentou se levantar, mas não conseguiu. Apesar do que deve ter sido uma dor terrível, ele permitiu que a equipe o fizesse um exame superficial. Seus ferimentos foram significativos, mas ele comeu a comida e bebeu a água que eles ofereceram.

O abrigo é obrigatório por lei para manter animais vadios por um determinado período de tempo para dar aos proprietários a oportunidade de vir e reivindicá-los. O cachorro, agora chamado Sr. Wendal, fica pacientemente sentado em uma gaiola na clínica do abrigo, fortemente medicado para controlar a dor e a infecção, para ver se um dono aparecerá. Caso contrário, caberá ao abrigo encontrar os recursos para tratar seus ferimentos em um veterinário de serviço completo e um lar adotivo onde ele possa se recuperar.

A parte mais triste desta história é que alguém sabe o que aconteceu ao Sr. Wendal. Mesmo aqueles que não sabiam o que aconteceu com o cão passaram direto por ele. Era impossível deixar de ver o cachorro de 65 libras deitado a menos de um metro da estrada principal, e alguém (mais?) Se importou o suficiente para cobri-lo com um cobertor e oferecer-lhe comida e água. Infelizmente, porque o Sr. Wendal não aguentou, ele não pôde acessar a comida que foi deixada para ele, a poucos metros de distância. Nas próximas 24 horas, a área receberia quinze centímetros de neve e o Sr. Wendal teria sido, literalmente, enterrado vivo.

Por que ninguém atendeu o telefone antes das 16h00 naquele dia para conseguir ajuda dele? Por que o oficial de controle de animais não atendeu a chamada? Por que alguém se importou em envolvê-lo - ainda respirando - em um cobertor, mas deixá-lo ao ar livre, sem abrigo, com previsão de tempestade?

Não sei como o Sr. Wendal acabou na beira da estrada. Não sei por que as pessoas se importaram o suficiente para oferecer comida e calor a esse cachorro, mas não o suficiente para pedir ajuda. E se eu puder apenas imaginar, posso ficar aqui por dias. O que eu sei - ele pode estar no lugar mais seguro que já esteve, com pessoas que querem, mais do que tudo, dar a ele o final feliz que ele merece.

Se você estiver interessado em seguir a jornada do Sr. Wendal, visite a página do abrigo no Facebook.